03/01/2009

Tratamentos avançados

Três centros criados no Rio Grande do Sul trazem esperança para casais que tem condições financeiras de criar um filho, mas não podem pagar por tratamentos de reprodução assistida.

Os institutos Assistireh, da Fertilitat e Willkok, todos com sede em Porto Alegre, oferecem as mais modernas técnicas de medicina reprodutiva a um custo bem inferior ao preço usual, que varia entre R$ 8 mil e 12mil.
No país, estima-se que entre 10% e 15% dos casais em idade reprodutiva tenham problemas para gerar descendentes pelo método natural.

-Estamos trabalhando com captação de recursos junto à iniciativa privada e aos órgãos públicos para realizar cada vez mais tratamentos – diz Mariângela.

Em funcionamento desde o início do ano, o Instituto Willkok desenvolve o Projeto Cegonha voltado a casais com renda inferior a nove salários mínimos. Sob coordenação das ginecologistas Elisangela Arbo e Vanessa Genro, a entidade também busca apoio com as empresas para baratear ao máximo o tratamento, que sai, em média, por R$ 3 mil a R$ 4 mil. O Willkok também promove projetos junto a mulheres que desejam planejar a gravidez.

Marcos Hohner, médico que atua no recém-inaugurado Instituto da Fertilidade (IFE), destaca que a oferta dos tratamentos com descontos que chegam a 60% é umas das formas de permitir que casais tenham a oportunidade de conceber um filho. O IFE é uma iniciativa do médico Nilo Frantz.

- Queremos proporcionar às famílias uma chance. Do contrário, passariam o resto da vida com a dúvida: será que teríamos conseguido? – conclui Hoher.

Matéria publicada no Jornal Zero Hora, no site Vida Feminina e na Revista Moinhos. Clique nas imagens ao lado para ampliá-las.

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