› Congelamento de Óvulos

O ritmo de vida dos casais modernos tem levado muitas mulheres a postergar a gravidez. Para preservar a fertilidade – que começa a diminuir bruscamente a partir dos 35 anos – uma das alternativas é o congelamento de óvulos.

 

O primeiro nascimento brasileiro, através do método lento, foi registrado no Rio Grande do Sul, em 2002, resultado do trabalho do Fertilitat.

 

A taxa de gravidez clínica com congelamento de óvulos é da ordem de 30%, o mesmo resultado obtido através do congelamento de embriões. É também uma alternativa ao congelamento de embriões, que gera 10 mil excedentes por ano apenas na América Latina.

 

A técnica consiste na aspiração dos óvulos e seu congelamento em nitrogênio líquido até o momento ideal para a fertilização. A forma de congelamento é que define a variação da técnica – quando o processo é gradual, é chamado de congelamento lento; quando o processo é abrupto, é chamado de vitrificação.

 

O congelamento de óvulos também é útil para pacientes com câncer. Isso porque os tratamentos quimio e radioterápicos podem comprometer a função do ovário e resultar em infertilidade. Nestes casos, sugere-se que as pacientes submetam-se à aspiração dos óvulos antes do início deste tipo de tratamento.

› Diagnóstico genético pré-implantacional

O diagnóstico genético pré-implantacional (usualmente conhecido pela sigla PGD, do inglês Preimplantation Genetic Diagnosis) consiste em um conjunto de procedimentos e técnicas que permite identificar anormalidades cromossômicas ou doenças gênicas poucos dias após a concepção.

 

Esta técnica começou a ser desenvolvida na Inglaterra a partir de 1989. Desde então, muitos estudos publicados relatam o nascimento de bebês normais após a realização do PGD para diferentes doenças genéticas.

 

O PGD é uma opção para reduzir o risco de transmitir uma doença genética específica. Seu uso tem sido também estudado para redução do risco de transmissão de mutação em genes de predisposição, como nas síndromes de câncer hereditário, e para tipagem HLA e diagnóstico genético em doenças hematológicas.

› Fertilização in vitro

A fertilização (encontro do óvulo e do espermatozóide) ocorre normalmente nas trompas. A fertilização in vitro, como o próprio nome diz, é uma técnica em que a fertilização ocorre em laboratório. Após o acompanhamento das primeiras fases das divisões do embrião, o mesmo é transferido para o útero, onde deverá implantar-se e dar início à gestação.

 

Esta técnica surgiu para resolver o problema das mulheres que, por algum motivo, não têm as trompas (como foi o caso da mãe de Louise Brown, a primeira criança nascida por fertilização in vitro) ou para aquelas que estão com as trompas obstruídas, sem condições de correção cirúrgica.

 

O avanço da ciência nessa área tornou a fertilização in vitro uma técnica importante também em casos de fator masculino, endometriose, fator imunológico e infertilidade sem causa aparente, bem como na falha das outras terapêuticas.

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