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Outros Tratamentos

Análise Seminal (Espermograma)

Espermograma ou espermocitograma é o estudo da qualidade e quantidade dos espermatozóides. São realizadas avaliações físico-químicas, microscópicas e morfológicas dos espermatozóides.

É o primeiro exame solicitado pelo especialista em Reprodução Humana na pesquisa da infertilidade conjugal, sendo um exame não invasivo, de fácil execução, além de ter custo reduzido, ao se comparar com os exames de investigação da infertilidade feminina.

Indica-se que o paciente esteja em abstinência sexual de no mínimo dois até no máximo três dias. Quando necessário, podem ser realizados exames complementares ao espermograma, como: capacitação espermática, fragmentação do DNA espermático, teste de penetração no muco cervical e avaliações imunológicas.

Aspiração de espermatozóides do epidídimo - PESA

Em algumas situações, não aparecem espermatozóides no ejaculado (azoospermia), mas eles podem ser “buscados” no epidídimo ou no testículo. Este procedimento geralmente é realizado simultaneamente à aspiração dos óvulos.

A coleta de espermatozóides do epidídimo (PESA) é feita por punção percutânea, semelhante a uma injeção. O procedimento é realizado com anestesia local e, ao terminar, o paciente já está em condições de retirar-se do bloco cirúrgico.

O Fertilitat é pioneiro na América Latina nessa técnica – em 1994, a clínica foi responsável pelo primeiro relato de gravidez com uso de espermatozóide retirado do epidídimo do continente.

Aspiração de espermatozóides do testículo - TESA

A coleta de espermatozóides do testículo (TESA) é a uma das alternativas de paternidade biológica para homens que não apresentam espermatozóide no ejaculado. A retirada pode ser feita por aspiração percutânea ou através da abertura do testículo para a retirada de um ou mais fragmentos, em um procedimento semelhante à biópsia.

O paciente pode optar por anestesia local ou por analgesia (medicação venosa para dormir, sem entubação) para a realização desta etapa.

O Fertilitat levantou, em 2007, os primeiros dados brasileiras sobre fertilização a partir de espermatozóides retirados do testículo – a técnica foi tema da tese de doutorado da médica Mariangela Badalotti, diretora da clínica. Os resultados dessa pesquisa sugerem que o espermatozóide extraído do testículo é tão eficiente quanto o do ejaculado na obtenção de gravidez.

Assisted hatching

Técnica utilizada nos procedimentos de fertilização in vitro. Consiste na realização de uma abertura na membrana que envolve o embrião, conhecida como zona pelúcida, através de substâncias químicas ou laser. Seu objetivo é facilitar a saída do embrião, quando a zona pelúcida não se abre naturalmente, e favorecer a sua implantação na cavidade uterina.

O hatching é exatamente esse processo de rompimento da zona pelúcida para a saída do embrião. Chama-se assisted hatching a técnica de, quando necessário, realizar esse processo em laboratório, para possibilitar a gravidez. Através dela, o embrião pode se implantar no útero com mais facilidade.

Avaliações imunológicas

Podem detectar a presença de anticorpos nos espermatozóides. Pode-se, ainda, avaliar a presença de anticorpos em diferentes fluidos corporais (soro sanguíneo, plasma seminal, muco cervical). A presença destes anticorpos pode indicar infertilidade por fator imunológico.

Biópsia de testículo

Trata-se de um método diagnóstico na pesquisa da infertilidade masculina. Através da coleta de uma amostra do tecido testicular, pode-se chegar a elementos definitivos quanto à causa da infertilidade ou, em associação com os dados clínicos e laboratoriais, complementar a investigação, permitindo o diagnóstico final.

O exame tem valor prognóstico no caso de aspiração de espermatozóides do testículo, isto é, permite ao especialista saber antecipadamente se esse método é o mais indicado e qual resultado terá.

Congelamento de Espermatozóides

O espermatozóide, considerado uma célula resistente, tem sido facilmente submetido ao congelamento e descongelamento. A criopreservação de sêmen apresenta bons resultados. É indicada antes de tratamentos cirúrgicos (orquiectomia = retirada do testículo), quimio e radioterápicos, que podem levar à infertilidade. Também é uma alternativa durante o tratamento de fertilização assistida, nos casos em que o parceiro não pode comparecer na clínica no dia da coleta

Congelamento de Óvulos

O ritmo de vida dos casais modernos tem levado muitas mulheres a postergar a gravidez. Para preservar a fertilidade – que começa a diminuir bruscamente a partir dos 35 anos – uma das alternativas é o congelamento de óvulos.

O primeiro nascimento brasileiro, através do método lento, foi registrado no Rio Grande do Sul, em 2002, resultado do trabalho do Fertilitat.

A taxa de gravidez clínica com congelamento de óvulos é da ordem de 30%, o mesmo resultado obtido através do congelamento de embriões. É também uma alternativa ao congelamento de embriões, que gera 10 mil excedentes por ano apenas na América Latina.

A técnica consiste na aspiração dos óvulos e seu congelamento em nitrogênio líquido até o momento ideal para a fertilização. A forma de congelamento é que define a variação da técnica – quando o processo é gradual, é chamado de congelamento lento; quando o processo é abrupto, é chamado de vitrificação.

O congelamento de óvulos também é útil para pacientes com câncer. Isso porque os tratamentos quimio e radioterápicos podem comprometer a função do ovário e resultar em infertilidade. Nestes casos, sugere-se que as pacientes submetam-se à aspiração dos óvulos antes do início deste tipo de tratamento.

Congelamento de tecido ovariano

É o congelamento de fragmentos de ovário. Esta técnica é destinada às pacientes com câncer, que precisam passar por tratamentos de quimioterapia ou radioterapia, correndo o risco de se tornarem inférteis.

A coleta do material é feita por cirurgia, na qual se retira fragmentos de ovário onde estão óvulos ainda imaturos.

Congelamento de tecido testicular

É o congelamento de fragmentos do testículo, onde se encontram os espermatozóides. É indicado em casos de azoospermia (ausência de espermatozóides no ejaculado). Após a realização de uma biópsia testicular, parte do material é examinada e parte é congelada.

Controle ecográfico da ovulação

A ecografia, ou ultrassonografia, para acompanhar o crescimento dos folículos é o método mais usado e eficaz para estabelecer o momento da ovulação.

A partir da menstruação, inicia-se com as ecografias, que são realizadas a cada 2 a 5 dias até que se comprove a ovulação. Geralmente, com 4 a 6 exames consegue-se fazer o acompanhamento de um ciclo ovulatório. Quando o folículo atinge em torno de 21mm, estará pronto para ovular.

Diagnóstico genético pré-implantacional

O diagnóstico genético pré-implantacional (usualmente conhecido pela sigla PGD, do inglês Preimplantation Genetic Diagnosis) consiste em um conjunto de procedimentos e técnicas que permite identificar anormalidades cromossômicas ou doenças gênicas poucos dias após a concepção.

Esta técnica começou a ser desenvolvida na Inglaterra a partir de 1989. Desde então, muitos estudos publicados relatam o nascimento de bebês normais após a realização do PGD para diferentes doenças genéticas.

O PGD é uma opção para reduzir o risco de transmitir uma doença genética específica. Seu uso tem sido também estudado para redução do risco de transmissão de mutação em genes de predisposição, como nas síndromes de câncer hereditário, e para tipagem HLA e diagnóstico genético em doenças hematológicas.

Doação de Óvulos

A doação de óvulos surge em 1983 como mais uma técnica ofertada pela Medicina Reprodutiva cujo objetivo é oferecer a oportunidade de realizar o desejo de parentalidade a pessoas que necessitam recorrer a um óvulo doado para realizá-lo. Este tratamento é realizado através de uma FIV (Fertilização in vitro) na qual é utilizado o óvulo (gameta feminino) de uma doadora e o espermatozoide ou do parceiro da mulher que necessita receber a doação, ou de um doador nos casos de uma maternidade sozinha, ou ainda nos casos de casais homoafetivos masculinos.

Cabe destacar que as técnicas de Reprodução Assistida no Brasil devem seguir obrigatoriamente as Normas Éticas dispostas na Resolução 2168/2017 do CFM – Conselho Federal de Medicina o qual é o órgão que normatiza a realização destas técnicas no Brasil. O anonimato (as receptoras não podem conhecer a identidade da doadora dos óvulos e vice-versa), a voluntariedade e o caráter não comercial da doação de óvulos estão dentro das prerrogativas dispostas nesta resolução.

Dosagens hormonais

Trata-se de exames de sangue que têm como objetivo verificar se a produção de hormônios é normal ou anormal. São avaliados os hormônios secretados pela hipófise, ovários, testículos e outras glândulas que interagem no sistema reprodutivo masculino e feminino.

Ecografia intervencionista

Através da ecografia, que não usa radiação, pode-se, entre outras coisas, puncionar os folículos ovarianos durante a estimulação para fertilização in vitro; esvaziar cistos ovarianos ou pélvicos; drenar abcessos; tratar endometriomas; gravidez ectópica, drenar ascite (acúmulo de líquido no abdomen) e orientar coletas de materiais do útero ou da pelve para firmar diagnósticos.

Endoscopia ginecológica

A endoscopia ginecológica envolve a realização da Videohisteroscopia e da Videolaparoscopia. A primeira pode ser realizada em consultório, mas apenas para fazer diagnóstico.

Pela Videohisteroscopia, há possibilidade de tratar pólipos endometriais, miomas, sinéquias uterinas (aderências das paredes do útero) e corrigir malformações uterinas.

A Videolaparoscopia permite o diagnóstico e tratamento, dentre outras coisas, da endometriose, aderências pélvicas, cistos (especialmente os endometriomas), obstruções tubárias e miomas uterinos. Os procedimentos são feitos a nível ambulatorial, não precisando ficar internada, salvo situações especiais.

Fertilização in vitro

A fertilização (encontro do óvulo e do espermatozóide) ocorre normalmente nas trompas. A fertilização in vitro, como o próprio nome diz, é uma técnica em que a fertilização ocorre em laboratório. Após o acompanhamento das primeiras fases das divisões do embrião, o mesmo é transferido para o útero, onde deverá implantar-se e dar início à gestação.

Esta técnica surgiu para resolver o problema das mulheres que, por algum motivo, não têm as trompas (como foi o caso da mãe de Louise Brown, a primeira criança nascida por fertilização in vitro) ou para aquelas que estão com as trompas obstruídas, sem condições de correção cirúrgica.

O avanço da ciência nessa área tornou a fertilização in vitro uma técnica importante também em casos de fator masculino, endometriose, fator imunológico e infertilidade sem causa aparente, bem como na falha das outras terapêuticas.

Fragmentação do DNA Espermático

Verifica as alterações do DNA espermático, as quais são capazes de reduzir a fertilidade. Uma fragmentação de DNA aumentada pode estar associada à diminuição da fertilidade e ao aumento de falhas no desenvolvimento embrionário.

Pode, ainda, estar relacionada com a diminuição de gestações e o aumento de abortos. Fatores como uso de drogas, febre alta, poluição, fumo, dieta inadequada e idade avançada são capazes de aumentar a fragmentação do DNA espermático.

Histerossalpingografia

A histerossonografia é uma variação da ecografia transvaginal. Neste exame, introduz-se soro fisiológico no útero, com o objetivo de verificar se a cavidade uterina tem formato normal.

Histerossalpingossonografia

É um exame ecográfico onde se injeta líquido que distende a cavidade uterina permitindo a sua avaliação. Também permite avaliar a permeabilidade das trompas e pode ser utilizada em pacientes alérgicas ao iodo.

Imunologia da reprodução

Trata-se de técnica experimental, que consiste na pesquisa de células NK no endométrio. É utilizada numa tentativa de avaliar a receptividade do útero em relação ao embrião.

Pesquisa de anticorpos antiespermatozóides: exames de sangue, muco cervical, líquido seminal e espermatozóides que verificam a presença de anticorpos contra o espermatozóide.

“Cross-match”: avaliação da compatibilidade imunológica do casal, através de exame de sangue, utilizada na investigação de abortamento de repetição.

Indução da ovulação

A indução da ovulação está reservada para aquelas mulheres com algum distúrbio ovulatório. Poderá ser realizada com o propósito de gravidez espontânea, inseminação artificial ou para a fertilização in vitro.

A medicação mais usada para induzir a ovulação em ciclos naturais ou inseminação artificial é o Citrato de Clomifene. Na preparação para FIV, a medicação é diferente, geralmente, injetável.

Sempre que for usada alguma medicação para induzir a ovulação, é recomendado o acompanhamento seriado pela ecografia transvaginal.

Injeção intracitoplasmática de espermatozóides - ICSI

Trata-se de um procedimento bastante elaborado do ponto de vista técnico. Na ICSI, um espermatozóide é isolado e colocado diretamente no citoplasma do óvulo. As etapas do procedimento são as mesmas da fertilização in vitro – a diferença está na inseminação dos óvulos.

Para a ICSI necessita-se de um microscópio especial, ao qual se acopla um sistema de micromanipuladores controlados hidráulica e eletronicamente. Estes micromanipuladores, dotados de micropipetas, permitem que se fixe um óvulo e se injete no interior do mesmo um espermatozóide.

Com esta técnica, a fertilização pode ser obtida com número muito baixo de espermatozóides no ejaculado, ou utilizando-se espermatozóides do epidídimo ou do testículo. O método tem sido utilizado com sucesso em casos de fator masculino severo.

Inseminação artificial

É a deposição de espermatozóides preparados em laboratório, diretamente no útero. Como a fertilização ocorrerá nas trompas, é condição imprescindível que elas sejam normais. Este procedimento está indicado quando existe alguma dificuldade ou impossibilidade de o espermatozóide “subir” pelo colo uterino, tais como muco cervical inadequado, alterações anatômicas do colo, problemas de qualidade seminal, má interação muco-espermatozóide, dificuldades na relação sexual, etc.

As etapas do procedimento são:

a. Estimulação ovariana: estimula-se o ovário com hormônios de forma a obter dois ou três folículos, porque isso aumenta as chances de gravidez. O controle é feito por ecografia transvaginal;
b. Coleta e preparo de sêmen: a amostra seminal é preparada de forma a separarem-se os espermatozóides de melhor qualidade;
c. Inseminação intrauterina: os espermatozóides selecionados em 0,5 ml de meio de cultura são depositados no útero através de uma cânula plástica fina. É um procedimento indolor, semelhante ao exame ginecológico.

Microcirurgia tubária

A microcirurgia tubária é indicada quando as trompas estão obstruídas (ex: ligadura) ou quando não existe relação anatômica adequada entre trompa e ovário (ex: aderências), impossibilitando o transporte do óvulo e o processo de fertilização.

Preparo de sêmen (capacitação espermática)

Este teste é nada mais do que uma filtração dos espermatozóides por soluções de densidades diferentes, sendo possível separar os espermatozóides móveis dos imóveis, aumentando, assim, a porcentagem e recuperação dos espermatozóides móveis.

Reversão de vasectomia (microcirurgia)

A reversão da vasectomia é um procedimento cirúrgico chamado vasovasostomia, feito preferencialmente com técnicas de microcirurgia. Neste procedimento, o canal deferente, onde acontece o transporte de espermatozóides e que é seccionado na vasectomia, é ligado novamente, permitindo a saída dos gametas.

Teste de penetração no muco cervical

Avalia a habilidade dos espermatozoides em penetrar o muco cervical.

Teste pós-coital

Exame realizado algumas horas após a relação sexual, avalia a interação entre o muco cervical e os espermatozoides.

Testes de função espermática

Avaliam potencial de fertilização do espermatozoide.

Tuboplastia radiológica

É um procedimento de radiologia intervencionista que proporciona a desobstrução das trompas, nos casos em que a obstrução acomete a porção proximal da trompa, evitando-se o procedimento cirúrgico convencional.

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