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Síndrome dos ovários policísticos atinge entre 10 e 15% das mulheres em idade reprodutiva

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Síndrome dos ovários policísticos atinge entre 10 e 15% das mulheres em idade reprodutiva

Muitas mulheres passam meses sem menstruar ou possuem ciclos irregulares e não sabem as causas dessa disfunção. Esses sintomas podem apontar para a síndrome dos ovários policísticos, uma condição endócrina, metabólica e reprodutiva muito prevalente nas mulheres em idade reprodutiva, atingindo entre 5 e 15% desta população. “Essas pacientes geralmente apresentam sinais clínicos, mas também podem manifestar sinais laboratoriais”, alerta a ginecologista Rafaella Petracco. Além disso, elas devem ou podem ter ovários com perfil micropolicístico, ou seja, um número de folículos muito maior do que o esperado, além de ausência ou irregularidade no ciclo menstrual, chamado de oligomenorreia, com menstruações que ocorrem em um intervalo maior do que 35 dias.

Para que seja diagnosticada com síndrome dos ovários policísticos, é fundamental que qualquer outra patologia seja descartada, ou seja, esse é um diagnóstico de exclusão. A maioria das mulheres com essa doença são obesas, o que dificulta muito a resposta do ovário a qualquer indutor da ovulação e aumenta o risco de alterações metabólicas. “As obesas que perdem até 10% do seu peso, muitas vezes, já voltam a ovular espontaneamente. Portanto, é muito importante orientar sobre perda de peso, além de manutenção de hábitos de vida saudáveis e dieta equilibrada”, acrescenta a especialista.

Para as que desejam engravidar, são recomendados tratamentos de acordo com a resposta de cada organismo. A indução da ovulação com medicação oral é a primeira opção. Em caso de insucesso, uma segunda linha de tratamento associa o indutor de ovulação via oral a medicamentos injetáveis (gonadotrofina), que objetiva proporcionar maior potencial para o ovário funcionar, através de uma indução hormonal maior do que a carga via oral. “Nesse caso, há um controle e um acompanhamento ecográfico dos folículos para saber o momento exato em que a paciente vai ovular, e avaliar o risco de um hiperestímulo ovariano, problema aumentado em pacientes com ovários policísticos”, esclarece Rafaella.

Em caso de HCG negativo, uma terceira linha terapêutica seria o tratamento com indutores via oral associados a gonadotrofinas em doses mais altas. Outras opções seriam gonadotrofinas isoladas ou uma videolaparoscopia com realização de drilling ovariano, procedimento feito durante a cirurgia videolaparoscópica onde o ovário sofre diversas cauterizações, a fim de deixá-lo mais apto aos indutores em uma nova tentativa de uso de medicamentos. Outro caminho é a fertilização in vitro. Mais informações sobre o tema podem ser encontradas no podcast Histórias de Vida do Fertilitat, no Spotify, neste link.

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